sexta-feira, 2 de março de 2012



Via – Sacra Jovem com Francisco



Com: Irmãos, a exemplo de São Francisco, nós meditaremos a Paixão de Jesus Cristo. Que ao meditarmos descubramos que nosso caminho é o amor que dá a vida pelo irmão.
Antes de iniciar cada estação faremos (lembraremos) da oração de São Francisco que diz: Nós vos adoramos Santíssimo Senhor Jesus Cristo, aqui e em todas as Vossas santas igrejas espalhadas no mundo inteiro e vos bendizemos Porque pela vossa santa cruz remistes o mundo.
Deve-se, caso alguém queira, debater o que foi lido e em seguida fazer um instante de silêncio. Logo em seguida faz-se a oração, que deve ser recitada por todos.

1ª Estação: Jesus é Condenado

Com.: Depois de preso Jesus é levado a Pilatos que lava as mãos e o entrega a multidão e essa impacientemente grita.
Todos.: Crucifica-o, crucifica-o.
L1.: Quantas vezes nós ou algum outro conhecido foi julgado sem ao menos ter o direito de resposta. Passamos por vários pré-julgamentos, muitos deles em decorrência das amizades, da família e/ou idade que temos. E não são poucos os que sussurram O (A) santinho(a), Jufrista, Católico...
L2.: Assim como Jesus que foi julgado injustamente, Francisco também foi pré-julgado por não querer mais o conforto da casa paterna e por querer amar a Jesus de todo o coração.
L3.: Diferentemente de Jesus e de Francisco nós muitas vezes damos motivos para falarem de nós. Nossas vidas não evangelizam. Pior que isso quando cometem uma injustiça com um irmão, somos omissos ou ajudamos a criticar.
Oração.: Senhor, mãos lavadas lembram mãos vazias e desocupadas. Que as minhas estejam sempre ocupadas, segurando a parcela que me cabe dos destinos da humanidade, sem medo e sem ambigüidades. Que me lave do sangue e dos pecados, e das injustiças contra os irmãos, nunca porém dos apelos que me convidam a dar minha participação na caminhada dos irmãos. Amém.

2ª Estação: Jesus Carrega a Cruz

Com.: Coroado de Espinhos, o rosto escarrado, sob a zombaria dos soldados, Jesus inicia com a cruz nas costas o caminho do calvário.
Todos.: Suas mãos não se cansaram de fazer o bem. Aliviou o peso dos ombros dos homens. Os homens não o reconheceram. Deram-lhe um peso injusto e cruel: a Cruz.
L1.: A cruz marcou a 1ª veste envergada por Francisco e tornou-se, doutrina de vida para seu agir e proceder. Do desenho externo, no início da vida, chegou à reprodução física e carnal, nos derradeiros anos de vida.
L2.: São várias as cruzes que temos que carregar (casa, trabalho, escola, igreja, etc), e não entendemos o porquê. A nossa via sacra começa quando tomamos consciência de quem somos e de qual é a nossa missão.
Oração.: Senhor, vosso filho convidou voluntários a tomarem, diariamente, suas cruzes e segui-lo. Que nas manifestações desta cruz, consiga ver a vossa mão carinhosa. Amém.

3ª Estação: Jesus Cai pela 1ª vez

Com.: Jesus, fatigado do caminho e enfraquecido pela perda de sangue da cruel flagelação e coroação de espinhos, cai sobre o peso da cruz.
Todos.: Ele deu olhos aos cegos, ouvidos aos surdos, pernas aos que estavam caídos. Sua luz tinha brilhado para todos, mas as trevas não o compreenderam.
L1.: Na vivência cotidiana com a cruz, Francisco sentiu a tentação rondar-lhe o ideal, perturbar-lhe a tranqüilidade. O voltar-se atrás media forças com o ir-para-frente. Sabia que outros dependiam dele e por isso erguia-se e recomeçava a caminhada com a mesma alegria e disponibilidade que tivera no início.
L2.: Muitos foram os jovens que experimentaram o ideal. Mas no primeiro “vento forte” eles tiveram medo e “abandonaram o barco”. Muitas foram as desculpas: família, namorado(a), estudos, trabalho... Na verdade eles tinham uma cruz no peito, mas não tiveram peito para assumir a cruz.
L3.: Nós não estamos distantes. Caímos diariamente por não pautar nossa vida na regra, que é o evangelho. Levantar significa abandonar vícios, esquecer a si próprio, não dar ouvidos aos urros daqueles que nos querem ver crucificados.
Oração.: Senhor, vendo o Cristo debaixo da cruz penso que Ele quis me animar nas minhas quedas freqüentes: que não as temesse, nem as justificasse. Que não as fatalizasse. Que as aceitasse e as assumisse, como momentos de humanidade que me revelam o momento de olhar para o alto, de onde dirigis minha caminhada. Amém.

4ª Estação: Jesus Encontra com Sua Mãe

Com.: Indo o amantíssimo Jesus com a Cruz em seus ombros, em tão lastimoso estado, encontrou sua mãe triste e aflita. Jesus a contempla. Quanta recordação para quem ama. Ela estivera presente em todos os momentos da vida Dele. Não podia agora faltar.
Todos.: Mãe e Filho caminham para o martírio. Mãe e Filho caminham para o tempo novo. Mãe e Filho caminham para o tempo do amor. Mãe e Filho caminham para a ressurreição.
L1.: Francisco Considerava como vindos da Bondade do Pai tanto os momentos alegres, como os dolorosos. Não sabia apenas receber, como sabia provocar bens. Saber provocar coisas boas é exercer a função de mãe. É saber marcar presença junto ao necessitado de uma palavra de estímulo, de significado, de presença, mesmo silenciosa.
L2.: Maria consola seu filho apenas com um olhar. Quanta doçura em uma única mulher. Ele como filho sente-se fortificado com a presença dela. Nós ao contrário queremos nos ver longe de nossos familiares. Fazemos deles nossas cruzes, mas não queremos carrega-los.
L3.: Nos tempos atuais está cada vez mais difícil ser mãe do irmão. Há muito medo de que nossas demonstrações de carinho se tornem demonstrações de sexualidade (homossexualidade).
Oração.: Senhor, admiro vossa complacência de Pai que destes, com o sofrimento ao vosso Filho a presença da Mãe. Que em nossa caminhada sintamos a presença desta Mãe e, que, a exemplo dela, estejamos ao lado dos irmãos que conosco caminham rumo a vós. Amém.

5ª Estação: Simão de Cirene ajuda Jesus a carregar a Cruz

Com.: Simão de Cirene voltava do trabalho. Embora cansado, fez-se participante do caminho da redenção. Ele foi obrigado a carregar a cruz, para que Jesus não morresse antes de chegar no local da crucifixão, pois queriam crucificá-lo vivo.
Todos.: O Senhor da vida, o criador de todas as coisas precisa da ajuda de um irmão. Precisa de seu tempo, de suas mãos e de seus ombros.
L1.: Um dos traços marcante de Francisco e de seus primeiros irmãos era a capacidade de ajudar o irmão a carregar sua cruz. Cada irmão, segundo Francisco, deveria ter para com o outro atitudes de mãe, na solicitude de antecipar-se às necessidades do irmão.
L2.: Dentro e fora de nossas fraternidades há muita gente que precisa de nossos ombros, pernas, braços, ouvidos,coração, etc. Mas nosso tempo é escasso e muitas são nossas limitações. Basta ver que nas eleições da fraternidade ninguém nunca tem tempo, e quando elegemos alguém ele que se vire...
L3.: Já diz o ditado: Muito ajuda quem não atrapalha. Alguns de nós são exímios atrapalhadores. Não fazem nada, nem deixam o outro fazer. De boca constroem um avião em um minuto, na prática não saem do papel. Na árdua tarefa da evangelização suas ações destroem toda uma caminhada.
Oração.: Senhor, o convite ao Cirineu no início pareceu trágico, mas transformou-se na mais bela expressão de colaboração à obra redentora. Que eu descubra vossa vontade, antes de ser forçado pelas circunstâncias da vida ou pelos homens, para ser também por vós escolhido no início, durante e no final da minha caminhada. Amém.

6ª Estação: Verônica enxuga o Rosto de Jesus

Com.: A face de Deus tinha se desfigurado com a maldade dos homens. A bondade que Ele externara a todos tinha sido esquecida. Verônica vendo o rosto do Senhor coberto por suor, escarro e sangue, rompe a fileira de soldados e limpa o rosto do mestre com uma toalha, na qual ficou estampada a face do Senhor.
Todos.: Verônica mulher de coragem, não tem medo de demonstrar sua piedade. Ela quer ver melhor a Deus. Por isso enxuga sua face.
L1.: Humildade é uma via de mão dupla. Não é somente o irmão que deve vir ao nosso encontro para nos ajudar. Eu devo estar aberto ao auxílio dos irmãos. Há situações nas quais os irmãos querem enxugar nosso suor e nós, muitas vezes por orgulho, auto-suficiência, etc. não aceitamos os afagos do irmão.
L2.: Aprendamos com Verônica a ajudar sem nos expor. Com a mesma facilidade que ela aparece para afagar o mestre, ela desaparece.
Oração.: Senhor, o encontro de Verônica com o Cristo me colocou em Cheque e me fez tomar uma posição: devo aceitar como Cristo os bons serviços dos irmãos, na humildade e na simplicidade. Devo, a exemplo de Verônica, ter olhos abertos e prontidão alerta para enxugar o rosto dos companheiros de caminhada. Amém.

7ª Estação: Jesus cai pela segunda vez

Com.: Novamente de posse da cruz, e, cada vez mais debilitado Jesus volta a cair.
Todos.: Todos experimentamos as quedas contínuas. Jesus as assumiu todas. Quer que tenhamos coragem de nos levantar sempre de novo.
L1.: Algo tremendamente vivo em Francisco era a consciência de sua humanidade frágil e vulnerável, e conseqüentemente necessitada da graça do alto. Convidava a si mesmo e aos irmãos a recomeçarem sempre de novo, pois o que haviam percorrido, pouco significava diante do muito que restava a fazer.
L2.: Jesus cai porque lhe faltam forças físicas. E nós porque caímos? Se nossa carne é fraca lutemos para que o espírito seja forte, pois é preferível entrar no céu sem um dos membros do que ir para o inferno com o corpo todo.
L3.: Interpretamos erroneamente o SIM de Maria. Quando ela deu sim a Deus ela disse não ao Diabo. O problema é que nós dizemos sim a tudo e a todos, e é isso que nos faz cair.
Oração.: Senhor, assim como tu caístes e levantastes com intuito de cumprir vossa missão, dai-me a graça de poder me reerguer e erguer os irmãos para que juntos alcancemos o reino dos céus. Amém.

8ª Estação: Jesus conversa com as Piedosas mulheres

Com.: Mesmo cansado e abatido, o mestre ainda tem palavras de afeto e consola as mulheres que o seguem.
Todos.: Somos os homens (as mulheres) do diálogo com Deus. Na noite escura é preciso procurar o Senhor. Suas palavras são Espírito e vida.
L1.: Até os olhos do Seráfico Pai ficaram cegos de tanto chorar a Paixão de Cristo e com suas palavras conseguia levar outras almas as lágrimas, quando lhes recordava o sofrimento do filho de Deus.
L2.: A JUFRA devia ter a atitude de Jesus e consolar as mães de todos os irmãos. Mas para muitas ocorre o contrário, o movimento é causa de desconforto e inquietações. Pessoas e atitudes descredibilitam o movimento.
Oração.: Senhor, consolar é quebrar a solidão em que jaz o outro e faze-lo sentir-se acompanhado. Fazei Senhor que eu possa ser sempre companheiro verdadeiro, na jornada daqueles que comigo caminham. Amém.

9ª Estação: Jesus cai pela terceira vez

Com.: Quase morto Jesus mais uma vez vem ao chão.
Todos.: O Deus feito homem sofre o desamparo e a solidão.
L1.: Francisco sabia que as grandes coisas se constroem as duras penas, recomeçando a sempre, retomando a cada manhã a caminhada como se fosse o primeiro instante do chamado e da inspiração.
L2.: A Bíblia nos diz que tudo é permitido, mas nem tudo nos convém. A grande cilada do inimigo é nos confundir. Assim como fez com Adão e Eva, ele quer que pensemos que nada é pecado. E sempre que pensarmos dessa forma caímos pois nos distanciamos de nosso alicerce que é Deus.
L3.: O Diabo conhece nossos vícios, nossas pontos fracos e é justamente aí que ele age. Se somos propensos ao alcoolismo ele nos tentará com bebidas. Se nosso ponto fraco é a sexualidade ele aguçará nossos sentidos para o sexo. Mas assim como com uma parede que estar para ruir, devemos fortificar nossos sentidos pela oração.
L4.: Com Jesus aprendemos que nosso lugar é o céu. Por isso quando caímos devemos de pronto nos levantar e recomeçar. Pior do que cair é permanecer deitado esperando que tenham pena de nós.
Oração.: Senhor, quando vejo seu filho derrubado penso nos meus planos desfeitos e sonhos gorados. Dentro de vossos planos eles podem se tornar semente fecunda de grandes realizações. Dai-me fé que me faça ver
estes horizontes. Dai-me a esperança que me deixe tranqüilo em meio ao campo devastado, pois, nada disso cortará minha caminhada. Amém.

10ª Estação: Jesus é Despojado de suas vestes

Com.: O Deus que nascera pobre, pobre chega ao fim. Rei da criação é desfigurado, ultrajado. Tratam-no como um objeto, uma coisa. Na presença de uma grande multidão retiram-lhe as vestes que encontravam-se encharcadas de sangue, devido aos ferimentos, e deram-lhe vinagre para beber.
Todos.: O Senhor antes de morrer perdeu tudo: nome, honra e fama. Despojaram-no de tudo.
L1.: Francisco era apaixonado por Jesus. O que mais o cativava era a Encarnação e a Paixão do Senhor. Nos dois momentos o rei se fizera pobre. E a pobreza era a esposa de Francisco. Despojar-se para ele, ao contrário do mestre, foi uma atitude voluntária, mas também lhe rendeu Humilhações.
L2.: O despojamento de Francisco assim como de Cristo, ainda que por instantes, retirou dele a dignidade. Esse é o objetivo de Satanás retirar de nós, através de nossa jovialidade, a graça de podermos estar na presença do Senhor.
Oração.: Ò Jesus, para me restituirdes o vestido nupcial da graça e inocência, consentis que vos dispam à vista da grande multidão. Perdoai-me e preservai-me do pecado, especialmente de toda a impureza. Que eu saiba perder a grandeza e o egoísmo e saiba fugir das comodidades do mundo de hoje, para que seu reino de amor se estenda sobre a terra. Amém.

11ª Estação: Jesus é Pregado na Cruz

Com.: Aos poucos o tormento chega ao fim. É a sua hora: a hora da entrega, hora de consumação. Ele obedece.
Todos.: Senhor que sejamos como semente na terra. Que morrem para germinar, crescer e dar bons frutos.
L1.: À maneira de São Paulo, podia Francisco dizer-se crucificado com Cristo, a tal ponto que antes da morte pediu ao Senhor que lhe imprimisse no corpo as chagas da dor e que o fizesse sentir no coração o mesmo amor que Ele sentiu quando fora crucificado. Jesus atendeu as preces de seu dileto servo.
L2.: Há várias formas de mortificação. Mas o Senhor não quer sacrifícios desnecessários, quer nosso coração. È preciso contrariar nossos desejos para alcançar a graça santificante. È preciso morrer um pouco a cada dia, negar-se diuturnamente.
Oração.: Senhor a escola da Cruz com suas exigências não conseguiu ser por mim amada, de maneira a ter o amargor da cruz transformado em sabor. Ajudai-me para que a exemplo de Cristo ela se grave em mim e me faça abraça-la na minha caminhada diária.

12ª Estação: Jesus morre na Cruz

Com.: Depois de 3 horas de tormentosa agonia entre insultos, blasfêmias e agressões dos espectadores, o Senhor exala o ultimo suspiro.
Todos.: Senhor, vossa cruz nos acompanha. Não ressuscitaremos se nela não formos pregados.
L1.: Francisco aprendeu com Cristo a morrer aos poucos, até a morte lhe parecer uma irmã carinhosa que, à chegada, lhe arrancaria a alma da prisão do exílio.
Todos.: Não há prova maior de amor que dar a vida por seus amigos
Oração.: Senhor, ensinai-nos a rezar na vida, de todo o coração e com sinceridade e toda a confiança “Em tuas mãos entrego o meu Espírito”. E que esta entrega seja meu ofertório diário, até que vos digneis a transformá-lo na aceitação amorosa que marcará o final da minha caminhada. Amém.

13ª Estação: Jesus é Descido da Cruz

Com.: Maria tinha sido escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador. No calvário, mais uma vez, acolhe seu filho como na encarnação. Ela o recebe em seus braços, pálido, ensangüentado e desfigurado.
Todos.: Somos templos vivos de Deus. “Quem me acolhe, acolhe a quem me enviou”.
L1.: Francisco nutriu para com Maria uma especial devoção, justamente por seu papel na obra redentora: Trouxe o Cristo ao mundo e com ele esteve no calvário.
L2.: Somos dignos de título de Papa-hóstia, pois é só isso que fazemos ao contrário de Maria que ao receber o rei em seu ventre tornou-se serva de uma parente. Nós não levamos o Cristo que comungamos. Maria teve Jesus no ventre e nos braços, nós não conseguimos tê-lo na boca, nem no coração.
L3.: Maria foi um sacrário pois guardou e protegeu o Senhor. Nós somos sacrários? Guardamos os ensinamentos do Senhor? Protegemos ou damos mais razões para falarem de Jesus e de sua igreja?
Oração.: Senhor, dai-me a perseverança na fidelidade aos meus compromissos, sobretudo o de ser irmão de todos, em todos os momentos. Que eu assuma minha parte dentro da igreja, no sentido de me por a serviço, sem me deixar seduzir pelos elogios e vantagens ou enfraquecer por ameaças.

14ª Estação: Jesus é Sepultado

Com.: O corpo de Jesus depois de ser ungido foi enterrado por Maria e por outros fiéis.
Todos.: Senhor que nossa vida também se renove: cresça na compreensão e no serviço, seja eterna ressurreição. Procuremos mais compreender do que ser compreendido.
L1.: Durante muito tempo quando alguém consagrava-se a Deus mudava de nome. Isso ainda ocorre com o Papa. Essa prática simboliza a morte de um ser velho para o surgimento de um novo ser devotado só a Deus.
L2.: Muita gente faz como os príncipes dos sacerdotes que fingem e fazem o povo acreditar que Jesus não ressuscitou e propagam mentiras dizendo que o corpo Dele foi roubado. São muitas as máscaras dentro da igreja. São muitos os que só morreram mais não ressuscitaram com Cristo. Muitos são os que agem como se o Senhor nada visse ou soubesse.
Oração.: Senhor diante da realidade da morte e do sepulcro, necessito de um aprofundamento na verdade da ressurreição, para que seja a idéia fecundante do meu proceder e pregar. Dai-me esta clareza de perceber que, morrendo, construo minha ressurreição que é o final luminoso de minha caminhada.

15ª Estação: Jesus Ressuscita

Com.: Que depois de tudo em nossas vidas possamos cantar o canto de vitória por termos podido ressuscitar com Cristo.
Oração Final.: Deus de bondade, meditando a Paixão de Vosso filho, compreendemos mais a grandeza de sua dedicação, o amor sem limites que se entregou por nós. Fazei que unidos na caridade, estejamos sempre mais unidos a vós, que sois Deus e viveis e reinais, com o Filho na unidade do Espírito Santo. Amém.


(*) José Wolney Santos, 28 anos, professo da Fraternidade da OFS
Nossa Senhora Aparecida, de Aracaju, Sergipe. Professor acadêmico de
inglês, participa da Jufra há 15 anos e é formador fraterno do Regional da
Jufra/Se.

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